terça-feira, 21 de agosto de 2012

As outras bebidas alcoólicas

As grandes bebidas destiladas francesas são famosas e apreciadas em todo o mundo. Aromas excepcionais, múltiplos sabores… Um universo rico, perfumado e um patrimônio natural a descobrir !

Como outras inúmeras bebidas alcoólicas, as aguardentes, o “Calvados” e os licores ganham o seu caráter e os seus aromas nos campos, pomares e montanhas de França. Frutos, cidra, plantas, raízes… Bebidas típicas intimamente ligadas à sua região, para consumir com moderação.
As maçãs normandas, por vezes mais de 100 variedades, servem para preparar a cidra que é destilada para fabricar o famoso “Calvados”. Após um envelhecimento mínimo em barricas, esta aguardente aprecia-se como digestivo, como “trou normand”, pequeno copo bebido a meio da refeição, entre dois pratos, ou num “pommeau” (mistura de cidra com Calvados), combinado com suco de maçã para aperitivo.
Pera Williams, ameixa, framboesa, cereja para o “kirsch”… Após fermentação ou maceração em álcool, estas aguardentes de frutos são guardadas em cubas, exceto a “vieille prune” (ameixa velha) (que é envelhecida em barricas). Bebida normalmente no final das refeições, também são utilizadas em pastelaria e mesmo em culinária.
Os licores e os cremes são bebidas alcoólicas aromatizados com uma taxa de açúcar específica, mais alta no caso dos cremes. Casca de laranja, groselha, menta, genciana… Uma grande riqueza de aromas para os mais variados usos: puros, em coquetéis, para flamejar uma sobremesa ou para se insinuar no recheio de deliciosas balas feitas pelos confeiteiros.

Fonte: France.fr

Rússia proibirá propaganda de bebidas alcoólicas

A Rússia proibirá as propagandas de bebidas alcoólicas na televisão, no rádio, na internet, em outdoors e em cartazes em transportes públicos.
A restrição é uma tentativa de reduzir o consumo do álcool na Rússia, que segundo a Organização Mundial da Saúde é duas vezes mais elevada que o nível considerado crítico.
A proibição das propagandas entrará em vigor, primeiro nos meios impressos, a partir de janeiro de 2013.
A bebida mais popular no país sempre foi a vodca, mas atualmente a cerveja também é largamente consumida.


Fonte: BBC Brasil

Que bebida causa a pior ressaca?

Por ordem decrescente: conhaque, vinho tinto, uísque, vodca, gim, álcool puro, cerveja. As três primeiras estão na categoria de bebidas que, ao serem metabolizadas em nosso corpo, podem formar uma substância muito tóxica chamada formaldeído, que em altas quantidades pode provocar cegueira e até a morte.
Já a vodca e o gim são feitas à base de álcool (etanol) puro. Metabolizadas, elas formam o acetaldeído, que agride as mucosas intestinais, provocam desidratação e dor de cabeça — o conjunto de sintomas conhecidos como ressaca — mas de forma mais branda que as bebidas escuras.
"A cerveja, por conter mais água, causa uma ressaca mais branda em comparação com outras bebidas alcoólicas", afirma o médico fisiologista Renato Romani, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Mas, em grandes quantidades, também deixa aquele gosto de cabo de guarda-chuva.

Fonte: Jones Rossi

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Como gelar cerveja em 3 minutos

A festa começou, as pessoas não param de chegar e, naquele abre e fecha da geladeira, todas as bebidas ainda estão quentes. Você não precisa mais do que ciência e 3 minutos para resolver o problema. Anote aí!
O sal se dissolve facilmente na água e reduz seu ponto de congelamento. Pura, a água congela a cerca de 0 ºC. Já a água com sal precisa de uma temperatura menor, que pode chegar a dezenas de graus abaixo de zero. Quando o sal é colocado no gelo, parte dos cubos derretem, “roubando” calor durante a troca de estado físico e esfriando a mistura como um todo. Além disso, o sal dissolvido provoca uma reação endotérmica, ou seja, reduz mais a temperatura da mistura. O álcool tem um papel semelhante: derrete o gelo “roubando” calor e diminui ainda mais o ponto de congelamento. É usado porque quando a temperatura ficar abaixo de -9 ºC, o sal perde um pouco do efeito, mas o álcool não.
Alerta: De olho no relógio: o alumínio é bom condutor de calor, e 3 minutos são suficientes para que as latinhas mergulhadas encontrem o equilíbrio térmico. Como a temperatura fica abaixo de zero, após alguns minutos, a bebida vai estar tão gelada que não vai dar para sentir o gosto e periga congelar.

Fonte: Samuel Rodrigue, André Bernardo, Guilherme Pavarin e Tiago Mali.

Bebidas alcoólicas são vistas no microscópio

A empresa americana Bevshots resolveu registrar microscopias de diferentes bebidas alcoólicas. O resultado são imagens incríveis que parecem, até mesmo, obras de arte. Com o zoom de até mil vezes, usando um microscópio de alta tecnologia, foi possível mostrar que cada líquido tem formato único. 

Confira:  

Champagne


Vodca e água tonica

Vodca

Uisque

Pina colada

Vinho tinto

Martini

Fonte: Redação Galileu

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Crise afeta estoque global de vinho

Os estoques mundiais de vinho estão no nível mais baixo desde a década passada, segundo relatório divulgado na semana passada pelo Rabobank, uma das principais instituições financeiras do setor agrícola.
Alguns fatores contribuíram para a baixa nos estoques: o aumento do consumo em mercados emergentes como Brasil, China, Índia e Rússia; fatores climáticos; e a crise na zona do euro, que afetou a produção de uvas e de vinho na região.
A situação é pior na Europa. Em maio, na França, chuvas de granizo destruíram 6 mil hectares de vinhedos nas regiões de Côtes-de-Provence e Coteaux-Varois. Além disso, muitos produtores do Velho Continente têm diminuído a área de plantio em virtude da crise. Nos últimos três anos, a área dos vinhedos europeus encolheu 162 mil hectares. Essa redução foi de 4,3%, o que parece pouco. Mas essa quantidade de terra perdida é capaz de produzir cerca de 1,05 milhão de litros de vinho. Espanha, Itália, França e Hungria foram os países que mais diminuíram a área plantada.
Para o consumidor, a notícia é ruim, pois a baixa nos estoques pode elevar o preço da bebida. 

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,crise-afeta-estoque-global-de-vinho-,900793,0.htm

Ambev vê alta perto de 5% em preço de cerveja por impostos

A alta de impostos para o setor de bebidas no Brasil pode resultar em um aumento de cerca de 5 por cento nos preços de cervejas e de cerca de 10 por cento no segmento de não-alcoólicos da Ambev.
"Será um repasse para o consumidor, não teremos incremento de receita", afirmou nesta terça-feira o vice-presidente de finanças e de relações com investidores da empresa, Nelson Jamel.
Ele detalhou que o repasse nos preços da cerveja poderá ficar entre 4 e 4,5 por cento. No caso dos não-alcoólicos, o aumento deve ser de 8 a 9 por cento.
Em maio, o governo reajustou os valores de cerveja, refrigerante, água e isotônicos sobre os quais incide a cobrança dos tributos federais PIS, Pasep, Cofins e IPI. A nova tabela entra em vigor a partir de 1o de outubro, com o repasse sendo realizado ao longo do quarto trimestre.
A Ambev informou nesta terça-feira que, devido a este reajuste, poderá revisar os investimentos planejados para o Brasil em 2012. A previsão atual para este ano é de aporte de 2,5 bilhões de reais.
Até o momento, a companhia não considera nenhum cancelamento ou adiamento dos investimentos previstos.
Jamel afirmou ainda que a Ambev inaugurou duas novas linhas de produção no país --em Pernambuco e no Ceará-- no primeiro semestre e que outras seis estão previstas até o final do ano. "Elas estão bem diluídas em todas as regiões do Brasil", disse ele a jornalistas. 

Fonte: Juliana Schincariol

HABEMUS CERVEJA

O Igrejinha tem só dois meses de vida, mas já tem fiéis. Sem padre, mas com altar (há uma Santa Morte no corredor da casa), o bar serve cervejas long necks Stella Artois (R$ 6) e mix de cereais (R$ 18);
e tem um lounge que é quase um confessionário.
R. Fernando de Albuquerque, 302, Consolação, 2769- 8794. 20h30/1h30 (fecha dom., 2ª, 3ª e 4ª). Cc.: D, M e V. 

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,habemus-cerveja-,899723,0.htm

Cerveja foi o primeiro doping

Sueco Hans Gunnar Liljenwall, atleta da equipe de pentatlo, foi pego no exame; laudo, noticiado no Estado em 25 de outubro de 1968.

Uma cervejinha para relaxar resultou no primeiro caso de doping detectado e punido em Olimpíada. O sueco Hans Gunnar Liljenwall, atleta da equipe de pentatlo, foi pego no exame. O laudo, noticiado no Estado em 25 de outubro de 1968, apresentou "concentração alcoólica excessiva no sangue durante a prova de tiro". Liljenwall e a equipe sueca vencedora do bronze devolveram as medalhas. O técnico da equipe confessou que "seus atletas tinham tomado cerveja antes da prova de tiro".
Os suecos não podiam alegar falta de informação. O álcool já era uma das substâncias presentes na lista criada em 1967 quando o Comitê Olímpico Internacional - COI - montou uma comissão médica para combater a dopagem. Em 2004, o controle passou à Agência Mundial Antidoping (WADA, sigla em inglês). Atualmente, as substâncias banidas no esporte são cerca de 240. A Olimpíada de 1968, de inverno em Grenoble na França e de verão no México, foram as primeiras a ter uma fiscalização contra o doping.
A dopagem já havia feito vítimas em jogos olímpicos. Em 1960, em Roma, o ciclista dinamarquês Knut Jensen morreu durante a prova de 100 km. Outros dois atletas da mesma equipe desmaiaram. Suspeitou-se de insolação: a temperatura naquele dia chegou a 33.°. Mas a autópsia comprovou o uso de anfetaminas. O técnico dinamarquês assumiu o uso. Em sua defesa disse que não a usou para dopar, mas para estimular os atletas.

Fonte: CARLOS EDUARDO ENTINI - O Estado de S.Paulo

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

As Classificações de Vinhos

Existem cinco tipos distintos de vinhos: os vinhos tintos, os brancos, os rosés, os espumantes, e os vinhos fortificados. Em Portugal existe um tipo de vinho específico, o vinho verde, que pode ser tinto ou branco, mas devido à sua acentuada acidez pode ser considerado como uma categoria à parte. Os vinhos tintos podem ser obtidos através das uvas tintas ou das tintureiras (aquelas em que a polpa também possui pigmentos). Os vinhos brancos podem ser obtidos através de uvas brancas ou de uvas tintas desde que as cascas dessas uvas não entrem em contato com o mosto e que essas não sejam tintureiras. Já os vinhos rosés podem ser feitos de duas maneiras: misturando-se o vinho tinto com o branco ou diminuindo o tempo de maceração (contato do mosto com as cascas) durante a vinificação do vinho tinto. O espumante é um vinho que passa por uma segunda fermentação alcoólica, que pode ser na garrafa, chamado de método tradicional ou champenoise, ou em auto-claves (tanques isobarométricos) chamados charmat. Ambas as formas de vinificação fazem a fermentação em recipiente fechado, incorporando assim dióxido de carbono (CO2) ao liquido e dando origem às borbulhas ou pérlage.
Os vinhos fortificados são aqueles cuja fermentação alcoólica é interrompida pela adição de aguardente (~70% vol). De acordo com o momento da interrupção, e da uva que está sendo utilizada, ficará mais ou menos doce. O grau alcoólico final dos vinhos fortificados fica entre 19-22% vol. Os mais famosos são o Vinho do Porto (Portugal), o Vinho da Madeira (Portugal), o Xerez (Espanha) e o Marsala (Sicília).
Por conta de obras cinematográficas de parca pesquisa histórica, a maioria das pessoas julga que o consumo do vinho era comum no Egipto e há quem diga que é de lá sua obscura origem. Entretanto o vinho era mercadoria importada pelo Egipto, cuja bebida nacional era a cerveja, normalmente feita de restos de pães. Cada país e cada região produtora possui uma classificação própria. Veja a classificação italiana em DOCG, a francesa em AOC e a da União Europeia em Denominação de Origem Protegida.
No Brasil os vinhos são assim classificados:

Quanto à classe
  • De mesa: graduação alcoólica de 10° a 13° G.L., possui as seguintes subdivisões:
    • Finos ou Nobres: Vinhos produzidos somente de uvas viníferas.
    • Especiais: Vinhos mistos, produzidos de variedades viníferas e uvas híbridas ou americanas.
    • Comuns: Vinhos produzidos predominantemente com variedades híbridas ou americanas.
    • Frisantes ou Gaseificados: Vinhos com gaseificação mínima de meia atmosfera e máxima de duas atmosferas.
  • Leve: graduação alcoólica de 7° a 9,9° G.L., elaborado sempre com uvas viníferas.
  • Espumante: resultante unicamente de uma segunda fermentação alcoólica , possui alto nível de dióxido de carbono, resultando em borbulhas (graduação alcoólica de 10° a 13° G.L.).
    • champanhe - É um espumante feito essencialmente com as uvas Chardonnay e Pinot Noir, mundialmente conhecida, produzida exclusivamente na região homônima na França. Champagne é uma denominação de origem.
  • Licoroso: graduação alcoólica de 14° a 18° G.L. Adicionado, ou não, de álcool potável, caramelo, concentrado de mosto e sacarose.
  • Composto ou fortificado: graduação alcoólica de 15° a 18° G.L., obtida pela adição ao vinho de plantas amargas ou aromáticas, substâncias de origem mineral ou animal.
Quanto à cor
  • Tinto: produzido a partir de variedades de uvas tintas, com longo contato com a casca da fruta. A diferença de tonalidade depende de tipo de fruto, do tempo e do método de envelhecimento.
  • Branco: produzido em sua maioria, a partir de uvas brancas. Quando produto de uvas tintas, a fermentação é feita com a ausência das cascas.
  • Rosado, rosé ou clarete: com aparência intermediaria pode ser produzido de duas formas:
    • de uvas tintas: com breve contato com as cascas que dão a pigmentação ao vinho, que após são separadas.
    • por corte: obtém-se pela mistura, de um vinho branco com um vinho tinto.
Quanto ao teor de açúcar
  • Vinho Seco: 0 a 5g/L;
  • Vinho meio-seco ou demi-sec: 5 a 20g/L;
  • Vinho suave: mais de 20 g/l
Quanto à variedade da uva

O vinho é geralmente produzido a partir de uvas das variedades (ou castas) da espécie Vitis vinifera. Quando uma destas variedades de uvas é utilizada como uva predominante (geralmente definido por lei, no mínimo 75 a 85 %), o resultado é um vinho varietal (também dito monocasta). No entanto, os vinhos produzidos a partir de misturas de duas ou mais variedades de uvas, não são em nada inferiores aos vinhos varietais; alguns dos melhores e mais caros vinhos são produzidos a partir de misturas de variedades de uvas, todas colhidas no mesmo ano.
Pode também ser produzido vinho a partir dos frutos de videiras de outras espécies ou de videiras híbridas, criadas pelo cruzamento genético de duas espécies. Vitis labrusca, Vitis aestivalis, Vitis rupestris, Vitis rotundifolia e Vitis riparia são espécies nativas da América do Norte, cujas uvas são geralmente consumidas como fruta, ou na forma de sumo ou doce de uva, e por vezes transformadas em vinho.
Não se deve confundir o termo híbridas com a prática da enxertia. A maioria das vinhas do mundo encontram-se plantadas com Vitis vinifera enxertadas em bacelos de espécies norte-americanas. Esta prática é comum, uma vez que as espécies da América do Norte são resistentes à filoxera, um insecto parasita das raízes da videira que eventualmente causa a sua morte. No final do século XIX as vinhas da Europa foram devastadas por este insecto, provocando a destruição maciça das vinhas então existentes bem como de eventuais replantações. A enxertia é feita em todos os países produtores de vinho, excepto o Chile e Argentina, ainda não expostos ao insecto.
A variedade das uvas, a orientação das encostas, a elevação e a topografia da vinha, o tipo e a química do solo, o clima e as condições sazonais sob as quais as uvas crescem, e ainda as culturas de leveduras locais, todos juntos formam o conceito de terroir. O número de combinações possíveis faz com exista grande variedade entre os produtos vinícolas, a qual é ainda aumentada pelos processos de fermentação, acabamento e envelhecimento.
Porém, as diferenças de sabor não são desejáveis para os grandes produtores de vinho de mesa ou de outros vinhos mais baratos, nos quais a consistência é mais importante. Estes produtores tentaram minimizar as diferenças entre as uvas de várias proveniências utilizando tecnologias como a micro-oxigenação, filtração de taninos, a centrifugação, a micro e ultra-filtração, a osmose inversa, a evaporação, tratamentos térmicos, electrodiálise, a coluna de cone rotativo entre outras.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Vinho#Classifica.C3.A7.C3.A3o_dos_vinhos

Rum

História
A cana-de-açúcar começou a ser cultivada nas Caraíbas, em 1433, no tempo de Cristóvão Colombo. Era transportada pelas esquadras de Colombo a partir das Ilhas Canárias. Nos princípios do século XVI surgiu o primeiro rum destilado a partir da cana-de-açúcar. Existem várias histórias e lendas sobre o rum que envolvem os piratas da época. Alguns "experts" na matéria defendem que a palavra rum deriva de Rumbullion ou Rumbustion. Expressões usadas, na gíria, pelos ingleses para descrever os excessos provocados pelos bêbados.
Outros afirmam que a palavra rum tem origem latina, saccharum (açúcar). No século XVII, o rum era já muito conhecido, sendo considerado como uma bebida medicinal que curava todas as doenças e expulsava os "demónios" do corpo.
Em 1775 o rum era a bebida mais vendida na América, o consumo anual per capita era de aproximadamente 18 litros.
George Washington, na sua campanha eleitoral, distribuía grátis rum por todos aqueles que o ouviam.
Actualmente o rum é produzido em muitos países: Índias ocidentais francesas (Martinica e Guadalupe); Índias ocidentais britânicas (Jamaica, Barbados, Guiana, Trinidad); Brasil; Venezuela; Austrália; Cuba; Puerto Rico; México; Bolívia; Rússia e Espanha.
Esta bebida alcoólica obtém-se por destilação, após a fermentação do sumo fermentado da cana-de-açúcar, xarope de cana ou melaço. Quando se produz à base de sumo de cana, considera-se que o processo é agrícola. Sempre que são usados o xarope de açúcar e o melaço, o processo é considerado industrial.  As folhas são retiradas à cana-de-açúcar e esta é esmagada. Ao líquido obtido após a filtragem chama-se "Congeners" ou "Vesou".

Processo agrícola
A fermentação dura de 24 a 48 horas para o rum do tipo branco e pode durar algumas semanas no caso do tipo escuro.
Este processo consiste na adição de leveduras e água ao "Congeners".
A destilação faz-se num alambique de processo de fogo contínuo quando se trata de rum branco Dry ou Light e em Pot Still se for um rum escuro.
Dá-se o nome de "Grappe Blanche" ao líquido obtido pelo processo (Patent Still) fogo contínuo.

Processo industrial
O tempo de duração da fermentação é idêntico ao do processo agrícola. Nesta fermentação adiciona-se uma substância que é formada por resíduos que são sobras do alambique. Estes resíduos são semelhantes às leveduras que se usam nos Sour-Mash Whiskeys.
No processo industrial o rum tanto é destilado em Pot Still como em Patent Still. O sistema Pot Still usa-se quando se pretende fabricar rum com melhor qualidade. Pois, este processo permite reter as qualidades aromáticas do rum e ao mesmo tempo dá-lhe uma maior maciez.

Cor/coloração
O processo de coloração usado para o chamado "Rum Negro" consiste na adição de xarope de cana-de-açúcar queimado e caramelo ao espírito já destilado.

Mistura/Blendagem
Tal como os whiskeys, o rum também pode ser misturado com outros tipos, especialmente o rum negro, que inclui rum destilado em Pot Still e em Patent Still.

Envelhecimento
No envelhecimento do rum do tipo branco Light/Dry usam-se barris novos ou sem qualquer tratamento especial. Nos do tipo negro utilizam-se barris previamente queimados, chama-se a isto sistema jamaico.
O período de envelhecimento do rum varia entre três a cinco anos no caso dos brancos e de três a quinze anos no caso dos negros. No entanto, nenhuma lei obriga a que a idade do rum seja mencionada no rótulo.

Particularidades
- Ao rum destilado adiciona-se água lisa, para obter a graduação alcoólica pretendida.
- O rum feito de melaço é conhecido por rum industrial pelo facto de a grande maioria se obter a partir do melaço.
- O melaço obtém-se da seguinte forma: a cana-de- açúcar é cortada em pedaços e esmagada por grandes rolos que lhe retiram o sumo. Os resíduos são esmagados uma segunda vez. O sumo
obtido é aquecido até chegar ao ponto de quase fervura e depois arrefecido. Este líquido (muito escuro) é tratado, sendo-lhe adicionado lime (sumo de lima) e novamente aquecido.
Depois de frio, o cristal formado pelo açúcar separa-se, restando o melaço que se utilizará no
fabrico do rum.
- A graduação alcoólica do rum oscila entre 40º a 55º graus.
- O rum Bacardi produzia-se em Cuba até Fidel  Castro subir ao poder. A partir dessa altura passou a produzir-se em Puerto Rico, sob a designação de Ronrico.
O Bacardi produz-se em imensos países sob licença.
- Há cerca de trezentos anos os oficiais da armada britânica distribuíam diariamente uma porção de rum pela tripulação. Desta forma suportavam-se melhor as condições de vida a bordo.
O Grog foi instituído como uma bebida quase obrigatória a bordo, por ordem do almirante
Vernon, comandante chefe da armada britânica nas Índias ocidentais britânicas, em 1740.

Tipos de Rum
Rum ligeiramente encorpado: É seco e leve em aroma. Apresenta-se incolor na versão White Label e dourado escuro na Gold Label. Este tipo de rum é mais pesado e mais doce. Produz-se principalmente na Venezuela, Cuba, México e Puerto Rico.
Rum mais encorpado: É um rum escuro. Tem um bouquet acre, corpo e aroma. É originário da Jamaica, Demerara (Guiana Britânica), Martinica, Trinidad e Barbados.
Rum altamente aromático: Butativa Arak.
Na produção deste rum juntam-se bagos de arroz vermelho ao melaço.
Produz-se na Indonésia (área de Java) e é enviado para a Holanda e Suécia onde é engarrafado e utilizado no fabrico do famoso Ponche sueco.
Rum naval ou Navy Rum: O Navy Rum faz parte dos tipos mais encorpados, produz-se na Guiana e Trinidad. É misturado (blended) na ilha de l'Ortola (Ilhas Virgens Britânicas).
Este tipo de rum é o mais usado para fazer o famoso Grog, especialmente pelos chamados "Lobos do Mar".

Fonte: http://www.gastronomias.com/bar-bebidas/rum.htm

Quais são os tipos de Gim?


Gim ou gin é uma bebida destilada à base de cereais e zimbro. É considerada uma bebida muito forte, com teor alcoólico superior ao uísque. Teve origem nos Países Baixos, no século XVII. Depois de destilado, o gim sai do alambique com um teor alcoólico muito elevado, inapto ao consumo. Para reduzir esse teor alcoólico é adicionada água destilada. A aromatização é feita com bagas de zimbro, cujo óleo transmite à bebida o sabor que a caracteriza. Seu teor alcoólico varia entre os 43° e 47°. Diversas destilarias utilizam vários aromatizantes além das bagas de zimbro, tais como cassia, laranja, amêndoa, lirio ou álamo, empregados para obter sabores diferentes.

Tipos:
  • Genebra – produzido nos Países Baixos, é incolor, mas por vezes cor-de-palha devido ao caramelo adicionado na sua composição.
É destilado quatro vezes seguidas pelo processo de destilação Pot Still.
  • London Dry Gin – é o mais conhecido mundialmente, sendo bastante seco e a sua destilação é repetida várias vezes em que são adicionados vários aromatizantes.
  • Old Tom Gin – tem teor alcoólico e uma percentagem de açúcar bastante elevados.
  • Plymouth Gin – caracteriza-se pelo gosto amargo e pelo éter que contém na sua composição.
  • Sloe Gin – bastante doce, semelhante a um licor, tem cor avermelhada, que lhe é conferida pela infusão de ameixas bravas que é feito depois da destilação.
  • Steinhager – produzido na Alemanha, bastante conceituado, cuja principal matéria-prima é o zimbro. A fruta é submetida inicialmente à maceração e fermentação e, posteriormente, à destilação e redestilação. O nome "steinhager" origina-se de uma cidade alemã com a mesma denominação.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gim

A historia do Licor

A destilação da água com líquidos aromáticos é conhecida desde a Antiguidade. Pensadores como Hipócrates, Galeno e Plinio escreveram sobre o assunto. Mas somente em 900 a.C. os árabes inventaram a produção do álcool por meio da fermentação. É improvável, entretanto, que isto tenha ocorrido com cereais fermentados no Norte da Europa, pouco depois dos árabes. A produção de licores aconteceu depois. No início, só adocicavam álcoois aos quais, grosseiramente, adicionavam xaropes e ervas (estas, tanto para dar gosto quanto para fins terapêuticos).
Na Idade Média, o vinho (e mais tarde o álcool) era o principal anti-séptico. Mas as plantas, raízes e ervas eram pesquisadas pelos monges para a cura de várias doenças. Os alquimistas levaram tais pesquisas adiante. Registros apontam Arnaldo de Vilanova, sábio catalão nascido em 1240, aproximadamente, como o inventor “das tinturas modernas nas quais as virtudes das ervas são extraídas pelo álcool”. Com seu discípulo Ray Lulle, foi o primeiro a escrever o tratado sobre o álcool e divulgar receitas de licores curativos. Ao álcool açucarado eram misturados limão, rosa e flor-de-laranjeira. Há indícios da adição de pepitas de ouro às misturas, consideradas panacéias (remédios para todos os males).
Villeneuve enfrentou problemas com a Inquisição por suas idéias avançadas. Mas, ao salvar a vida do Papa com uma poção de vinho, ervas e ouro, livrou-se da morte. Quando a Peste negra espalhou-se pela Europa, no século 15, os licores associados a bálsamos vegetais e tônicos tornaram-se medicamentos preciosos. Além da aguardente de vinho, outros álcoois eram utilizados para fazer licores, tais como o rum. Era comum a fabricação doméstica de licores e a utilização na cozinha e confeitaria. Durante o século 19, a indústria da destilação cresceu. Surgiram no mercado muitas variedades de licores, e os caseiros começaram a desaparecer. Os italianos sofisticaram a produção de licores. A rainha Catarina de Medicis, em visita à Itália, levou algumas receitas para a França. Luís XIV, apreciador da bebida, deliciava-se com um licor de âmbar e grais de anis, canela e almíscar.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Licor

O que é Abcinto?

Absinto é uma bebida que mistura óleo essencial da planta Absinto com mais 15 ervas, tudo dissolvido em alcool 70%. A bebida foi criada em 1792 pelo dr. Pierre Ordinaire, um médico francês radicado na Suiça, que inventou a fórmula para servir de remédio para seus pacientes. Em 1805, o Absinto perdeu seu caráter medicinal e ganhou o status de "bebida nacional" franco-suíça. Mais do que uma bebida forte, o Absinto é, vamos dizer assim, alucinógena. Seu princípio ativo é uma neurotoxina chamada de "Thujone". Isso somado à boa quantidade de clorofila presente no Absinto, garantiu à bebida o poético apelido de "Fada Verde". Onze entre dez artistas, gênios e loucos do início do século eram amantes de tal fada. Não era raro encontrar figuras como Verlaine, Van Gogh, Picasso e Hemingway, entre outros tantos, sentados à mesa de um café, bebendo Absinto. O ritual era o mesmo: Um pouco de água gelada era derramada sobre uma colher perfurada, onde se encontrava um torrão de açucar. A água derretia o açúcar e o levava para dentro do copo de Absinto. Este era o passaporte para longas e coloridas viagens... Tempos depois o Absinto foi proibido quase em todo mundo. Recentemente seu consumo foi novamente liberado aqui no Brasil, mas é preciso cuidado ao se deparar com uma garrafa do produto. Além de ser uma das bebidas com maior teor alcoólico, sua produção em larga escala do Absinto parou há muito tempo, tendo o seu preparo voltado praticamente à esfera artesanal. A maior parte do Absinto encontrada por estas bandas vem de Portugal, mas se puder, dê preferência ao Absinto produzido por pequenos cafés da República Tcheca. Se você quer sentir como é o clima da Fada Verde sem se estrepar, beba o licor francês Pernoud, que possui praticamente o mesmo sabor. E lembre-se: O óleo essencial de Absinto é extremamente tóxico e letal, não devendo ser consumido em nenhuma hipótese, nenhuma mesmo.

Fonte: http://spitz1.vilabol.uol.com.br/absinto.htm

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Saquê – Bebida japonesa

Saquê (ou osaquê) é uma bebida milenar fermentada de origem japonesa.
Seus únicos igredientes é arroz e água e seu teor alcóolico gira em torno dos 16%.
Sabe-se que a produção da mesma se iniciou no século III, em Nara, a antiga capital do Japão.
Produzido a partir da fermentação do arroz, o saquê é enquadrado na mesma categoria do vinho,
pois passa por um processo de fermentação por meio de leveduras até se transformar na bebida.
O arroz mais cobiçado pelos fabricantes é o arroz mais polido (sakamai). Para se fazer um saquê premium, por exemplo, utiliza-se o arroz yamadanishiki, o melhor arroz do mundo para a produção de saquê.
Apesar de ser uma bebida popular no Japão, ela é muito valorizada, sendo oferecida aos deuses xintoístas em cultos religiosos.

Como o Saquê é preparado?
Arroz e água são os únicos ingredientes necessários para a produção do saquê. Primeiramente é feito o koji, que é o arroz fermentado separadamente. O koji é misturado ao arroz cozido ao vapor, até a formação do shubo, uma pasta de grãos. O shubo é colocado dentro de grandes recipientes para ser fermentado por 30 dias, aproximadamente. Após isso, o saquê é filtrado e pasteurizado.

O saquê é servido de que forma?
Geralmente, a bebida é servida antes das refeições. Para preservar seu sabor, a melhor temperatura para seu consumo é 35ºC, mas também pode-se tomar frio ou misturado a outras bebidas, transformando-se em exóticos e interessantes coquetéis.
É utilizado também na preparação de diversos pratos orientais, como Frango Xadrez por exemplo.

História sobre o Saquê:
Até o século passado, o saquê ainda era produzido artesanalmente, onde o arroz era primeiro lavado e depois colocado em tinas para cozinhar. E após esta etapa de fermentação, a pasta resultante era ralada e só então, misturada manualmente até chegar ao produto final.
Hoje em dia existem mais de 1600 fabricantes de saquê no Japão.
O saquê deixou de ser uma bebida artesanal, para dar lugar a produção em massa.
No entanto, existem fabricantes japoneses que ainda utilizam métodos, que lembram esse antigo processo.


Alguns Tipos de Saquê:

Junmai-shu – É o saquê mais puro, com arroz, água e koji, e que não sofre acréscimo de álcool. O arroz é “polido” de forma que perde a parte externa, conservando menos de 70% do seu volume original.
Honjozo-shu – Tem pequena quantidade de álcool etílico destilado, o que melhora o sabor, tornando o saquê mais suave. O arroz recebe o mesmo tratamento de Junmai-shu.
Ginjo-shu – O arroz é “polido” para conservar apenas 60% do seu formato original. Isso diminui a gordura e as proteínas. Além disso, esse saquê é fermentado a uma temperatura baixa por muito tempo.
Daiginjo-shu – Através do polimento, o arroz perde pelo menos 50% de seu volume original, chegando em alguns casos a perder até 65%. É um tipo de saquê que exige muito trabalho em cada nível do processo.

Fonte: www.japaoemfoco.com

Arriba, abajo, al centro e adentro! A Tequila

A Tequila é produzida à partir de uma planta chamada Agave, com folhas longas e aceradas, confundida erroneamente com um cactus. Na realidade esta planta é uma espécie de babosa cuja variação mais nobre é o Agave Azul (foto). O Agave possui um miolo que leva o nome de piña que é extraído e pode atingir até 70 Kg por ramo. O Agave leva uma média de até 12 anos para ficar maduro, quando então é colhido e cozido para criar um licor rico em açúcar.
Este licor é fermentado e duplamente destilado...
O consumo da piña crua não é indicado, pois trata-se de uma planta venenosa, porém com forte concentração de açúcar o que possibilida a destilação para produção da aguardente.
O nome Tequila deve-se ao fato de que, nos séculos XVIII e XIX a qualidade da bebida duplamente destilada que era produzida nos arredores da cidade de Tequila, na província de Jalisco, mostrou-se superior à das outras regiões.
O sabor e o aroma de uma boa tequila devem ser herbáceo e com um toque de especiarias. Sua textura é um pouco oleosa.
As tequilas não devem envelhecer por mais de 10 anos ou tornam-se amargas.
O processo de fabricação da Tequila começa com o
cozimento das piñas em fornos que tem ação semelhante às panelas de pressão, para posteriormente serem trituradas em grandes moinhos e são levadas para a fermentação. Aqui se inicia o processo de diferenciação da Tequila. Caso ela seja 100% agave, apenas a piña fermenta. Para os outros tipos (blanco e reposado), que não são “puros”, adicionam-se cana de açúcar de várioas famílias para que os açucares se misturem e a transformação em álcool etílico ocorra. Chega o momento do alambique, onde o preparado é aquecido à altas temperaturas, evaporam-se e condensam-se e pronto, temos a tequila.
As categorias da tequila devem-se a seu tempo de maturação e envelhecimento. Temos então, três tipos básicos de tequila: Blanco, reposado e anejo.
Blanco
É obtido após a segunda destilação. É a de sabor mais puro e tem coloração branca como água.
Reposado
Após a conservação da tequila blanco por aproximadamente dois meses em barris de madeira, tem a coloração levemente escurescida. De sabor ligeiramente mais suave, é a mais consumida.
Anejo
É a tequila que passa aproximadamente um ano no mesmo barril. É a mais escura de todas e tem o sabor de madeira mais marcante. É indicada para os iniciantes no mundo da tequila.
Assim como o Whisky, a tequila pode ser “puro malte” ou blended. A Tequila 100% Agave, é a tequila pura, feita exclusivamente da piña, sem combinações ou misturas. Caso não haja essa identificação no rótulo da garrafa, ela não é 100% Agave. Porém, uma lei mexicana determina que só sejam chamadas de tequila, as bebidas que possuirem um mínimo de 60% de agave. Isso se deve à política do Consejo Regulador de Tequila, um organismo da qual fazem parte governo e produtores, visando sempre a qualidade do produto.
Marcas
A mais famosa para nós brasileiros é sem dúvida a José Cuervo, pois se trata de uma das destilarias de maior tradição. A Casa Cuervo teve origem em 1795 com a fundação da destilaria La Confradia de las Ánimas, que virou Taberna Cuervo e hoje é a famosa Casa Cuervo. Porém a família Cuervo havia iniciado-se nesse ramo em 1758, com uma destilaria na Hacienda de Arriba porém precisou interromper suas atividades por 10 anos, em razão de uma lei proibindo fabricação e consumo de bebidas alcólicas. Tão antigas como a Casa Cuervo temos também a Tequila Sauza (1873) e a Tequila Herradura (1870).
Existem também marcas artesanais, como a Taberna do Maestro Tequilero. Essa tequila artesanalmento fabricada, no ano de 2003 teve produção de 64.800 garrafas do tipo oro e 43.200 garrafas do tipo Blanco numeradas.
Você deve estar se perguntando: Mas e aquele “vermezinho” que tem dentro da garrafa de tequila? Qual o tipo de tequila?
O Gusano de maguey (foto) é colocada em algumas garrafas de Mezcal, nunca na tequila. Pela definição, o Mezcal é obtido por diversas variedades de agave e não apenas do agave azul como a tequila. Algumas outras diferenças estão na forma de cozimento e destilação de cada uma das bebidas. Destilado uma única vez, é uma bebida mais rústica e áspera. Por não estar dentro da NOM (Norma Mexicana de Qualidade) não precisa ser produzido à partir do Agave Azul e nem dentro da área delimitada para a tequila. Boa parte de sua produção encontra-se no estado de Oaxaca. 
A larva é um bom indicador do teor alcoólico da bebida pois, mantém-se intacta se submetida a um determinado nível de teor e, se abaixo dele, ela se desintegra. Há uma lenda que o homem que ingerí-la na dose final da garrafa irá acrescentar uma carga de coragem à sua masculinidade.

Fonte: Alevinicius
www.clubedapinga.com.br 

Vodka no olho pode cegar

 Para embriagar mais rápido jovens brasileiros estão derramando vodka nos olhos. Especialista alerta para o risco de queimar a córnea e até cegar.

Nem colírio, nem óculos escuros. A nova onda’ entre jovens é derramar uma dose de vodka nos olhos para embriagar mais rápido. Batizada de vodka eyeballing” a experiência que começou nos Estados Unidos e se alastrou pela Europa, está chegando ao Brasil. Dois universitários que colocaram vodka no olho, recentemente foram atendidos pelo oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto. Os pacientes  apresentavam ulcerações na córnea, membrana transparente semelhante ao vidro do relógio que fica em frente à íris, parte colorida do olho.  Os sintomas são: dor, olhos vermelhos, sensibilidade à luz, lacrimejamento e visão borrada. O médico diz que a prática provoca queimadura na córnea e pode cegar, dependendo de quanto de tecido for lesado.
Só para se ter uma idéia, para dilacerar a cabeça de um pterígio, tecido fibroso que cresce na conjuntiva, é utilizado álcool diluído em 50% de água destilada. O tempo de exposição é cronometrado pelos médicos em apenas 40 segundos. O teor alcoólico da vodka é de 40%. Mais que suficiente para remover células do epitélio, camada externa da córnea”, afirma. Sem estas células, comenta, ocorre a síndrome do olho seco e o sistema ocular se torna mais vulnerável a infecções. O problema não pode ser resolvido com receitas de amigos. Os procedimentos variam de acordo com a gravidade das lesões oculares.
A aparência engana
Queiroz Neto conta que os dois pacientes atendidos esconderam das famílias o real motivo dos olhos congestos e chagaram ao consultório usando colírio vasoconstritor para deixar os olhos branquinhos.  É claro que não resolveu. Só melhorou a lubrificação da superfície ocular e mascarou o problema. Usar este tipo de colírio indiscriminadamente predispõe à catarata precoce, adverte o médico. Os dois pacientes me pediram para guardar sigilo, mas eu não poderia deixar de alertar outros jovens sobre os riscos dessa nova mania” afirma. A aparência é de conjuntivite, mas a lesão é muito mais grave.  O trauma provoca cicatrizes que embaçam a visão. A conjuntiva ganha neovasos e o resultado é o olho vermelho crônico.  Pode ainda predispor ao glaucoma de pressão normal por conta da menor resistência mecânica da córnea. Nas mulheres que têm a câmara anterior dos olhos mais rasa, este risco é ainda maior, destaca. Em longo prazo pode ocorrer a  perfuração da córnea e o extravasamento do humor aquoso  que leva à perda irreversível da visão se o atendimento médico não for imediato.
Na opinião do especialista é muito risco para pouco efeito. “No olho só cabe uma gota de colírio e, portanto, só uma gota de vodka. Nem uma criança ficaria embriagada com uma dose tão pequena” afirma.



Fonte: www.redenoticia.com.br



Curiosidades sobre o Whisky

Tipos de Whisky

A mais nobre das bebidas pode ser em quatro tipos:
Single Malt:Feito só de cevada, não contendo nenhum tipo de mistura e fabricado em apenas uma destilaria.
Vatted:
Formado pela mistura de dois ou mais singles e maltes.
Grain:
Produzido com cereais como milho ou trigo e alguns de centeio.
Blended:
É o whisky mais globalizado. Seu sabor e identidade são o resultado da mistura de whisky de malte e de grão.

- O processo de Triple Blending garante a suavidade que nenhum método consegue igualar:
I. Whiskys de malte são misturados com whiskys de malte;
II. Whiskys de grão são misturados com whiskys de grão;
III. Whiskys de malte e grão são misturados e armazenados por mais um tempo (cerca de 6 meses) em barris de carvalho. Esse método permite que haja um casamento perfeito entre os whiskys.
Este processo gera um whisky super premium de qualidade insuperável e características próprias e específicas.

Armazenamento:
A garrafa de whisky pode ser guardada em qualquer posição: deitada, em pé, de lado ou até de ponta-cabeça.

Conservação:A garrafa de whisky deve ser mantida em locais onde não haja incidência de sol. Também não pode receber uma iluminação muito forte diretamente.
Depois de aberta a garrafa observe se a tampa está bem rosqueada e fechada. Jamais deixe a garrafa entreaberta, pois dessa forma o álcool se esvai e junto com ele o sabor do whisky.
A temperatura ideal para a conservação do whisky é bem elástica. O local deve ficar climatizado entre 5 e 40 graus Celsius.

Envelhecimento
O envelhecimento em barris de carvalho é que proporciona ao whisky sua qualidade, personalidade marcante e seu sabor inigualável.
A idade que bem estampada no rótulo representa a idade do whisky mais jovem entre todos os whiskys de malte e de grão que compõem aquele blended.

Tempo
Não importa quanto tempo fique na garrafa, o processo de envelhecimento tem seu fim quando o whisky sai dos barris e é engarrafado.

Regiões


Escócia:
Glenmorangie é o whisky mais vendido na Escócia.
O Famous Grouse é o whisky mais vendido no interior da Escócia.
Bruichladdich é a destilaria mais a sudoeste da Escócia.
Bladnoch é a destilaria mais a sul da Escócia.
Highland Park é a destilaria de Scotch Whisky mais a norte do mundo.
Pulteney é a destilaria mais a norte de Highland.
Strathisla é a destilaria mais velha de Highland. Fundada em 1786.
Oban possui o mais velho alambique da Escócia, de 1794.
Glenturret é a mais velha destilaria de whisky de malte na Escócia.
Bowmore é supostamente a mais velha destilaria legal em Islay.
Tomatin Distillery Compagny's é a mais alta da Escócia e também a destilaria com maior capacidade.
Edradour é destilaria mais pequena da Escócia, só com três pessoas a trabalhar a tempo inteiro.
Glenfarclas está incluída nos recordes do Guiness Book por ter o mais forte whisky de malte disponível nas destilarias com engarrafamento oficial
Springbank esta destilaria continua nas maos dos Mitchell, a familia de destiladores mais antiga da Escócia. E também a destilaria independente mais antiga da Escócia.

Irlanda:
Jameson's é o Irish Whiskey mais vendido fora da Irlanda.
John Powers Irish Blend é a marca mais popular na Irlanda.
Coleraine é o mais velho malte da Irlanda e o único irish reconhecido por Irish Distillery no mundo.

França:Aberlour tem sido o whisky mais comercializado na França, onde é considerado o mais popular dos Scotch whiskies.

Europa:Ballantine´s Finest é o número um na Europa e o terceiro no mundo.

U.S.A.:Aberfeldy é o mais popular Scotch no U.S.A.
Jack Daniels é a mais velha destilaria americana registada.

Resto do Mundo:
O Pinch é o quarto maior blended Deluxe Scoch whisky no mundo.
Glenlivet é o mais popular malte do mundo.
Glenfiddich é o single malte mais vendido no mundo.
Jack Daniels é o mais popular whisky americano no mundo.
Ballantine's 30 anos, considerado o mais velho e também o mais expansivo blend disponível.
Old Bushmill's tem de renome "A mais antiga destilaria do mundo". Licenciada em 1608.
Locke's Distillery reinvidica por ser considerada a mais antiga destilaria do mundo.
Dá Mhile é o primeiro organismo oficial de whisky no mundo.
Suntory tem o maior alambique do mundo.
J & B é considerado o segundo maior whisky blended do mundo.
A garrafa mais cara do mundo é a garrafa mais antiga de Single Malt Scotch Whisky que foi vendida numa acção de caridade em Itália por 47.000£.
Johnnie Walker Red Label é no mundo a que tem maiores vendas de Scotch Whisky.
Johnnie Walker Black Label é, no mundo, o que tem melhores vendas de whisky de luxo.

Bourbon:Early Times, o segundo maior bourbon vendido.

Fonte: Alevinicius
www.clubedapinga.com.br

Endereços para degustar a cerveja londrina na fonte

Existem pelo menos 25 cervejarias na capital inglesa. Não dá para deixar de conhecer algumas delas!

As cervejas londrinas estão fazendo o maior sucesso e, segundo a London Brewers' Alliance, há pelo menos 25 cervejarias na capital. Algumas delas oferecem tours para promover sua marca e educar os fãs da bebida sobre os ingredientes e o processo de produção, além de seduzir os que não estão acostumados com cerveja sem gás e a temperatura ambiente.
Localizada a 15 minutos do metrô North Greenwich, a Meantime (meantimebrewing.com) faz tours de quinta-feira a sábado e, a partir desta semana, também aos domingos. Do lado de fora, o prédio é bem simples e dá a sensação de estar no endereço errado. Só um pequeno sinal indica o caminho para a recepção, onde são vendidos souvenirs como camisetas, abridores, livros e as várias cervejas da marca.
O guia leva o grupo a um bar decorado com dezenas de copos e garrafas de cerveja de todos os tamanhos, formatos e lugares do mundo. Uma coleção interessante que pertencia ao escritor e jornalista inglês Michael Jackson, autor de diversos livros sobre cerveja e uísque, e foi herdada pelo dono da fábrica. Repare nas garrafas que celebram datas comemorativas, como o casamento do príncipe Charles e Diana.
Entre um gole e outro, os visitantes aprendem sobre a história da fábrica e podem provar alguns ingredientes, como malte em vários sabores e lúpulo. Após uma caminhada entre máquinas, embalagens e garrafas, uma dica é experimentar um prato típico inglês em um dos pubs da companhia: The Old Brewery (www.oldbrewerygreenwich.com), que fica no Old Royal Naval College ou no The Greenwich Union.
Do outro lado da cidade, em Chiswick, uma área verde próxima do Rio Tâmisa, encontra-se a maior e mais antiga cervejaria da cidade, a Fuller's (fullers.co.uk), onde são realizados tours de segunda a sexta-feira. Depois de acompanhar as fases de produção da cerveja, os visitantes participam de uma sessão de degustação no pub The Mawson Arms, que inclui uma das estrelas da marca, a deliciosa London Pride.
Entre as cervejarias menores que vão abrir as portas para moradores e turistas no verão está a Sambrook's (sambrooksbrewery.co.uk), que fica em Battersea e é especializada em ales. Para saber mais sobre os tours, o site do London City of Beer (www.londoncityofbeer.org.uk) possui uma lista completa.

Fonte: Ana Gasston
Estadão.com.br

Por que é costume dar cachaça para o santo?

O ar de sobriedade que adotam os apreciadores da cachaça antes de beber parece até contraditório. Antes de tomar, é obrigatório despejar um pouco da bebida no chão e anunciar: "pro santo". Mas a contradição se desfaz quando se investiga a fundo a origem dessa tradição tão brasileira.


"O gesto de jogar um pouco da bebida no chão, antes de beber, nasceu num ritual chamado Libação, criado por gregos e romanos, e consistia em uma oferenda aos deuses para que eles provessem os lares de felicidade, harmonia e fartura", explica o jornalista Edson Borges, autor de uma vasta pesquisa sobre a relação entre a cachaça e as religiões. Borges conta que a oferenda passou a ser praticada no Brasil graças à influência dos colonizadores portugueses. "No século XVII, eles chegaram ao Recôncavo Baiano, juntamente com os jesuítas, que acabaram por dominar o cultivo da cana-de-açúcar. Além de produzir o açúcar, inventaram a aguardente." A bebida teve o consumo imposto aos escravos, para combater o frio nos canaviais, durante o inverno, e até como estimulante para os negros considerados pouco produtivos, ou ainda quando adoeciam. "Com essa imposição de consumo da cachaça pelos negros, os portugueses também impuseram São Benedito, filho de um escravo, como padroeiro da aguardente, fazendo nascer daí uma relação bem mais ampla dos negros com o santo siciliano, a ponto de surgirem irmandades na Bahia", explica o jornalista e pesquisador. Além da ligação com a religião católica, a aguardente também passou a ser usada em oferendas nas religiões de matrizes africanas, principalmente no candomblé. A finalidade era semelhante à da Libação: pedir proteção aos Orixás. Essa identidade cultural e religiosa da aguardente gerou todo um folclore em torno da bebida. Há orações para bebedores, apelidos (como "urina de santo", "aquela que matou o guarda", "água que passarinho não bebe") e rituais, como o de fazer a cara feia, depois de beber a cachaça. "Para espantar o diabo", ensina Borges.

Fonte: Redação Terra

Paraty comemora título de patrimônio histórico cultural da cachaça

A menos de um mês para o Festival da Cachaça 2012, Paraty, no Sul Fluminense, está na contagem regressiva para o evento que se tornou um dos maiores do calendário oficial da cidade.
E no ano em que o festival completa 30 anos, produtores e amantes da cachaça receberam um presente que dará “gostinho” especial à festa: a pinga – como ficou popularmente conhecida – se tornou Patrimônio Histórico Cultural do Estado através de uma lei sancionada pelo governador Sérgio Cabral há pouco mais de uma semana.
A notícia foi comemorada pelos produtores de aguardente de Paraty, que esperam que o mercado da cachaça artesanal cresça ainda mais e conquiste terras estrangeiras em larga escala.
– Nós queremos mostrar que a cachaça não é um simples destilado, mas um produto nacional carregado de história e cultura e, por isso, precisa ser valorizado – afirmou Eduardo Mello, herdeiro da família de alambiqueiros mais tradicionais da cidade, produzindo, desde 1803, a cachaça Coqueiro, que recebeu selo de excelência do Ministério da Agricultura em 2004.
A cachaça fabricada no município de Paraty – maior produtor do estado – é a única do país com Indicação Geográfica, desde 2007, concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Trata-se de uma espécie de selo contendo o seguinte texto: Indicação de Procedência – Paraty. Isso impede que o nome do município seja usado em embalagens de aguardentes fabricadas em outras localidades, o que era comum já que, no passado, a palavra “Paraty” chegou a ser usada como sinônimo para cachaça, assim como pinga e branquinha.
A cidade – que chegou a abrigar, no final do século XVII, 160 engenhos de aguardente – tem apenas sete alambiques em funcionamento atualmente. E a diferença entre eles não está apenas no rótulo da marca, mas no produto final. De acordo com o dono da cachaça Pedra Branca, Lúcio Freire, embora o processo produtivo de fermentação e destilação do caldo da cana seja o mesmo, instalações diferentes e “segredos” próprios influenciam na bebida que chega aos copos do consumidor. A cachaça ouro da marca recebeu dois prêmios – um nacional e outro estadual – graças à utilização de toneis de carvalho francês no envelhecimento da bebida.
– Cada alambique tem sua receita de levedura e a diferença na forma de produzir resulta em aroma e sabores peculiares – explica Lúcio, que produz cachaça há apenas três anos.
A curiosidade sobre o processo produtivo de uma das cachaças mais famosas do Brasil leva milhares de turistas por ano a visitarem os alambiques da região. Foi o caso da família de Antonio Carlos Monteiro que, pela segunda vez na cidade, decidiu fazer um tour para conhecer os engenhos.
– Eu não sabia como a cachaça era feita, por isso, estamos percorrendo alambiques. Minha família gosta muito de cachaça artesanal. Acho que é a bebida que tem mais a cara do brasileiro – afirmou o analista de suporte, que não perdeu a degustação de aguardentes.
 
Boa para o paladar feminino
Hoje em dia, ainda há quem afirme que cachaça é bebida para homem, mas basta andar pelas ruas de Paraty para ver mulheres degustando e comprando aguardentes em cachaçarias especializadas. Para atingir esse crescente público, além da tradicional branquinha, das cachaças envelhecidas e da azulada típica de Paraty (destilada com folha de tangerina), os alambiques produzem outras versões com sabores: caramelado, cravo e canela e frutas. Essas misturas tornam a bebida mais agradável ao sensível paladar feminino.
E tem mulher também colocando a "mão na massa" nos alambiques. É o caso de Maria Izabel Gibrail Costa, de 62 anos, que produz uma cachaça que leva o seu nome há 16 anos. Pertencente a uma família tradicional de produtores de aguardente de Paraty, que chegaram a exportar o produto para Portugal em meados do século XVII, ela retomou o ofício familiar fabricando em um sítio à beira-mar cachaças brancas e envelhecidas. Maria Izabel conquistou consumidores fiéis, mas conta que chegou a sofrer preconceito.
– No início, as pessoas achavam estranho, diziam que mulher não sabia fazer cachaça e que meu produto era fraco. Mas, na verdade, a minha cachaça é uma das mais fortes com 44% de teor alcoólico. A diferença é que ela não arde tanto porque é menos ácida e isso tem a ver com o meu processo de produção que é diferente. Eu sempre digo que minha cachaça é como a mulher: forte, mas suave – explicou Maria Izabel.
Em Paraty, o ciclo da cachaça já dura quatro séculos, contribuindo para o fortalecimento da economia, estimulando o turismo e incrementando a gastronomia típica da região. A bebida não está apenas nas garrafas e nos drinks, como a famosa caipirinha, mas também nas panelas de casas e restaurantes de Paraty. Alimentos flambados em cachaça e doces produzidos com aguardente conquistam o paladar de moradores e turistas. 
Do popular ao refinado
Considerada uma bebida destinada a pessoas de classes inferiores, a cachaça foi historicamente marginalizada. Documentos mostram que a fabricação de aguardente no Rio de Janeiro chegou a ser proibida pelo Reino Português no século XVII.
No entanto, nos últimos anos, a cachaça tem conquistado, cada vez mais, apreciadores de classes mais altas da sociedade. Até o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, se rendeu ao charme da “branquinha” e reconheceu, em abril deste ano, a cachaça como um produto tipicamente brasileiro. Para o historiador e vice-presidente da Casa de Cultura de Paraty, Diuner Mello, a cachaça está passando a ser vista como uma bebida de qualidade.
– No momento em que se reconhece a cachaça como Patrimônio Histórico Cultural do Estado, está se reconhecendo uma técnica de produção, um conhecimento ancestral que tem que ser valorizado porque é a própria razão de formação cultural do povo do estado – disse o historiador.
  No ano passado, o Festival da Cachaça, em Paraty, atraiu cerca de 30 mil pessoas e as expectativas para edição deste ano, de 16 a 19 de agosto, são as melhores.
– O Rio de Janeiro está na moda, tanto que nós vamos ter Copa do Mundo e Olimpíadas. E, para a nossa alegria, a cachaça também está na moda. Não só os brasileiros, mas os turistas adoram – disse o produtor de aguardente Lúcio Freire.

Fonte:

terça-feira, 31 de julho de 2012

G1 lista mitos sobre a cachaça; veja verdades e mentiras

Bebida está envolvida em histórias que não têm nada a ver com a realidade. Faça o teste para saber se você conhece tudo sobre a ‘branquinha’.

É verdade que as melhores cachaças vêm em embalagens luxuosas e têm preços altos? A bebida combina com tira-gosto? E será mesmo que a cachaça foi criada em Minas Gerais? O G1 listou algumas situações e conversou com o cachaçólogo e jornalista Marcelo Câmara, de 60 anos. Ele é estudioso da bebida há 45 anos e escreveu os livros “Cachaça – Prazer Brasileiro” e “Cachaças Bebendo e Aprendendo – Guia Prático de Degustação”.

Teste de conhecimento:  http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2010/09/g1-lista-mitos-sobre-cachaca-veja-verdades-e-mentiras.html


Fonte: Alex Araújo Do G1 MG